30 de dez de 2010


Nova Identidade


Hoje o presidente Lula e o Ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, lançaram o modelo do documento que irá substituir o RG no país. O Registro de Identidade Civil (RIC) unificará informações a nível nacional, identificando os brasileiros por um único número de registro.

A RIC terá um chip onde será armazenado informações como sexo, nacionalidade, impressões digitais, data de nascimento, foto, filiação, naturalidade, assinatura, órgão emissor, além de informações de outros documentos como CPF, PIS e Título de eleitor.

O RIC deverá ser completamente implantado no país em até 10 anos, prazo no qual os atuais RGs não serão mais válidos. As primeiras cidades a emitir o RIC são: Brasília, Salvador, Rio de Janeiro, Hidrolândia (GO), Ilha de Itamaracá (PE), Nísia Floresta (RN) e Rio Sono (TO).

As 2 milhões de pessoas selecionadas (dentro das cidades citadas) receberão uma carta com informações sobre o local onde o novo documento poderá ser retirado. O documento, que será impresso pela Casa da Moeda, terá os custos de emissão da primeira etapa pagos pelo Ministério da Justiça. Quanto aos demais, será discutido após a primeira etapa, como serão pagas as emissões do RIC.

O RIC já virá com certificação digital, o que representa mais segurança nas redes de comunicação, além de redução de fraudes e crimes na internet. Permitirá ainda a comparação imediata de indivíduos, evitando que a mesma pessoa tire várias identidades em estados diferentes, ou que um terceiro use seu nome para obter o documento fraudulentamente.

O cartão é feito de policarbonato e possui várias camadas, o que lhe confere alta resistência e durabilidade. Entre seus dispositivos de segurança estão dois chips microprocessadores, dispositivo óptico vertical, foto fantasma e imagens combinadas, gravadas a laser. Facilita ainda a obtenção e manuseio de programas como Bolsa Família e os benefícios da Previdência Social, além de evitar fraudes em apólices de seguros, estelionatos e outros crimes.

O RIC terá validade de 20 anos. Segundo Barreto, a qualidade gráfica dificulta alteração de dados do documento, que segue normas de segurança da Organização de Aviação Civil Internacional.
Fonte de informação Veja e Jornal A Tarde.



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