17 de mai de 2011


[Continuação] FIC Os dezenove anos, e além [11]

Mais um capítulo galera, divirtam-se...


CAPITULO 13

A pena... O homem... Servo Slim... Armas em vez de varinhas... Hogwarts invadida tão facilmente... E por fim, concluiu que nada daquilo fazia sentido, e sua cabeça voltou a se embaralhar.


Os pensamentos de Alvo haviam sido apenas assim, dês de os acontecimentos do Dia das Bruxas.
- Agora TE PEGUEI!



Com um “Protego” Alvo bloqueou o feitiço de Malfoy, e isolou a varinha com um simples “Expeliarmus”.



- Meu Deus! – disse Escórpio sem acreditar – Mas você estava distraído! Deu pra ver nos seus olhos!
- Não tanto quanto você acreditava pelo jeito! – disse Alvo



Porém, até mesmo o professor Jordan parecia surpreso.
- Caramba Potter! – disse ele – Você dominou rápido esse feitiço! Quer dizer... Seu pai só começou a usar o “Expeliarmus” no segundo ano!



Alvo sentiu um sorriso se desenhar em seus lábios. Na verdade, não havia sido apenas o Expeliarmus, mas todos os feitiços de Duelo que o professor lhe havia apresentado, ele havia aprendido com perfeição muito antes dos colegas. Rosa lutava para se manter no nível dele, sem muito sucesso.



Alvo suspirou. Será que seu irmão tinha a mesma capacidade de duelo que ele?
- Nem mesmo seu irmão Tiago foi tão bem à minha matéria! – disse Jordan, respondendo imediatamente a pergunta de Alvo.



Quando deixou a sala de Defesa Contra as Artes das Trevas, Rosa foi interrogá-lo.
- Como VOCÊ consegue? Eu me matei de estudar a noite toda para os duelos de hoje, e como VOCÊ, que nem pegou em um livro conseguiu desarmar tão facilmente?
- Eu não sei! – disse Alvo - Vai ver foi só!
- Sorte! – disse Escórpio – Só pode ter sido
- TALENTO, é o que isso é! – disse Rosa – Você pode vir a ser um grande duelista, sabia! Talvez se torne Auror!



Alvo estremeceu com aquela idéia. Ele não gostava de lutar, gostava de paz. Voar, e jogar Quadribol, isso sim ele gostaria, mas lutar? Ele suspirou.


Continuaram rumo a Sala Comunal. Aquela fora a última Aula do dia, e eles estavam ansiosos por um pouco de paz. Era possível ver o sol se pondo sobre as árvores da Floresta Proibida pelas janelas do corredor. Dava pra ver até Hagrid e Canino caminhando pelo gramado junto do Servo Slim e...


Um minuto.



- Pessoal – disse Alvo
Rosa se virou para ele. Alvo apontou para o Slim pela janela. Ele estava conversando gentilmente com Hagrid. Parecia estar sendo bastante simpático. Alvo e Rosa se entreolharam.



- O que será que ele está tramando?! – disse Escorpio, que também observava
- Acho melhor mantermos o Mapa do Maroto desenrolado hoje! – disse Rosa



...



Logo, a madrugada chegou, e mais uma vez, os três estavam juntos do Mapa do Maroto, sentados em frente à lareira, esperando qualquer coisa acontecer. Com um pacote de Feijões de Todos os Sabores aberto, eles observavam o Mapa.



- Cara! – disse Escórpio – Estou ficando nervoso!
- O que acontece se ele não aparecer? – disse Alvo – Ficamos aqui a noite toda?
- OLHA ELE!



Finalmente, apareceu a placa com o nome Servo Slim, andando pelo Mapa do Maroto para os terrenos da escola.
- Vamos! – disse Alvo



Ele chamou Azafugas, e como da vez anterior, os três montaram sobre o Hipogrifo, e voaram da Torre da Grifinória em direção aos Terrenos da Escola.



Alvo mandou o animal voar sobre o lago, onde era bem escuro, e não havia como serem vistos. Enquanto isso, Escórpio inspecionava o Mapa.



- Ele está caminhando sobre os terrenos agora! – disse ele – Logo estará dentro da Floresta!
- Dessa vez vamos pousar nos gramado! – disse Rosa – E segui-lo a pé!
- Certo! – disse Alvo



O Hipogrifo rodopiou baixo sobre a superfície do lago. Ele deu um rasante sobre a água, e apanhou um pouco com seu bico.



Então, neste momento, um enorme tentáculo saiu da água, e agarrou o garra do Hipogrifo. A surpresa fora tanta, que Alvo perdeu a fala.



-GAAAAAAAAAAAH! - Muito ao contrario de Escórpio


Os três foram arremessados imediatamente para fora do animal. Alvo sentiu a água fria sobre suas costas, quando quicou sobre a superfície do lago, e sentiu a água envolve-lo, quando finalmente mergulhou.


O garoto fincou as garras firmemente na varinha. Ele olhou para cima, para a cena que se desenrolava. O Hipogrifo batia as enormes asas para cima, tentando se içar inutilmente para os céus. Escorpio ainda estava agarrado ao pescoço do bicho, tentando se içar para cima. Com horror, Alvo notou que ele ainda segurava o Mapa do Maroto.



- SE SEGURA ESCÓRPIO! – berrou Alvo



Só então, o garoto se deu conta de uma coisa. Onde estava Rosa? Ele olhou ao redor, e não a viu. Mas viu outra coisa: Uma enorme boca emergindo da água, e se abrindo justamente embaixo do Hipogrifo. Asafugaz se debateu inutilmente, enquanto tentava se libertar. A mente de Alvo pareceu parar.



Alvo se sentiu afundando. Simplesmente parara de nadar. Os tentáculos da Lula Gigante se moviam abaixo dele, e Alvo sentiu ânsias de vomito. Foi quando algo o tocou no braço. Alvo se virou, e deu de cara com uma criatura horrível, metade peixe, metade alienígena (ou assim lhe pareceu na hora).



Alvo nadou para longe, mas a criatura nadou para perto dele, e o empurrou para a superfície. Aparentemente, ela não o queria mal.
- Mas o que... Quem...



Aí ele viu Rosa. Um outro a estava ajudando. A garota parecia estar desacordada.



Um estampido, e uma luz forte fizeram Alvo olhar para cima. Escórpio havia conseguido subir de novo ao lombo do Hipogrifo, e acabara de mandar um “Difindo” direto no tentáculo. E bem a tempo. Asafugaz disparou batendo as asas sobre a água em direção a margem. Escórpio não conseguia controlá-lo. Por sorte, o bicho parecia abalado demais para emitir som.


- O que está acontecendo? – disse Rosa olhando ao redor – Por que estamos nadando no lago?


Alvo ia responder, mas Rosa sacou a varinha.
- Onde está o idiota do Escórpio, por que ele não está aqui também morrendo de frio?



O ar condensado saía da boca dos dois. Os seres meio peixes nadavam ao redor deles, por isso, Alvo não se preocupou com a Lula Gigante.
- Alvo! – disse Rosa – Chame o Asafugaz, antes que agente morra congelado!



Alvo assentiu. E mais uma vez, chamou o Hipogrifo. Nada atendeu seu chamado. Ele tentou mais uma vez.



Dessa vez, Asafugaz apareceu ,voando próxima a margem, sem ter coragem de se aproximar.
- Vamos, amigo! – disse Alvo, chamando-o mais uma vez



Asafugaz finalmente pareceu tomar coragem, e voou em direção a Alvo.
- Prepare-se Alvo! – disse Rosa – Eu não sei se vou conseguir acertar com esse feitiço!



Ela mirou a varinha nele, e falou.
- Depulso!



Imediatamente, Alvo se sentiu sendo empurrado da água em direção ao ar. O Hipogrifo rodopiou no ar com uma manobra incrível, e o agarrou com os poderosos braços de falcão.
- ARRE! – disse Alvo, quando uma das garras o cortou – Sem jeito!



Ele soltou um dos braços da garra, e escalou a perna do Hipogrifo. Escorpio o ajudou a subir.
- Com você está? – disse Escórpio
- Molhado! – disse ele – Precisamos pegar a Rosa!



Ele fez o Hipogrifo descer o máximo que a coragem abalada do animal deixava. Então mirou em Rosa com a varinha.
- Vingardium Leviosa! 



Imediatamente, Rosa começou a levitar. Ele a puxou com a varinha, e a prima deu uma guinada em direção ao céu. Asafugaz acelerou, e ela caiu de novo sobre o lombo.



- Isso foi... Horrível!
- O que eram aquela coisas? – disse Alvo
- Eram sereianos! – disse Rosa – São o povo das águas que residem principalmente em regiões... CUIDADO!



O tentáculo da Lula mais uma vez aparecia da água. Alvo fez Asafugaz subir. Voando desesperadamente para fora dos limites da água, eles aterrissaram de um jeito espalhafatoso.


Alvo desmontou de Asafugaz, sentindo os ossos congelando. Espirrou.
- Vamos à casa do Hagrid, nos esquentar! – disse Rosa – Não vou suportar ficar assim!
- Ficou louca! – disse Escórpio – Ele é um professor! Vai nos delatar!
- Não ligo! – disse Alvo – Se ficar mais tempo nesse frio eu congelo!


Os três foram caminhando para a casa de Hagrid. Alvo nem se preocupou em dar uma olhada no Mapa do Maroto ainda seguro nas mãos de Escórpio, onde o ponto que marcava Servo Slim havia desaparecido nas bordas do papel.
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