7 de jun de 2011


[Continuação] FIC Os dezenove anos, e além [14]

Capítulo 16: BRASIL

Harry abriu os olhos pouco a pouco. O silêncio era tão absoluto que até o menor tilintar parecia um enorme batuque. Só que o que ele estava ouvindo era mesmo um batuque, e uma voz forte e feminina cantando, mas parecia muito longe. Também era possível ouvir um marulhar pouco acima de sua cabeça. O cheiro de sal e peixe eram fortes naquele trem.


A música que ele ouvia era muito fraca, porém, os instrumentos eram fortes e altos, e a voz da cantora ainda parecia ser ainda mais poderosa. Harry se perguntou como poderia uma mulher(por que ele tinha certeza que era uma mulher) ter uma voz assim.



Ele olhou em volta. Gina estava dormindo ainda no seu lugar, a poucos lugares atrás, dormindo profundamente. Seus cabelos ruivos tinham um efeito meio místico sob a luz azulada que entrava pela janela. A luz do sol filtrada pelo mar. Ela ficava linda, mesmo com as roupas de viagem. Harry ficou se perguntando se ela ainda estaria chateada com ele.



Um ronco forte ecoou do acento à sua frente. Lá estava Rony, dormindo como uma pedra ao lado de Hermione, que aparentemente, incapaz de dormir por causa dos roncos fortes.
- Hermione! – disse Harry



A garota fechou o livro que estava lendo e se virou para ele.



- Já chegamos?
Hermione olhou para ele, e começou a falar desembestada numa língua estranha.
- HERMIONE! – disse Harry – Não entendo uma palavra que está...



Imediatamente ela apontou a varinha para a cara dele, e murmurou um feitiço. A sensação para Harry foi muito estranha. Primeiro sentiu os ouvidos se fecharem, e sua língua enrolada. Depois, sentiu uma grande dor de cabeça logo a cima dos olhos. Então tudo parou.



- Que coisa louca foi essa agora, veio! – disse Harry, e levou um enorme susto com a língua que estava falando, a mesma que Hermione falava
- Funcionou MESMO! – disse ela sorrindo – Tenta isso! Tenta ler aqui!



Harry olhou para o livro que ela segurava. Sentiu um pouco de vertigem ao tentar ler, mas quando leu o título, ele pôde entendê-lo.

- Artes Mágicas Brasileiras? – disse ele – Mas o que...
- CONSEGUI! – disse ele – Eu sei que dá um pouco de vertigem ler isso em outra língua de inicio, mas depois que você se acostuma, fica fácil! Eu acho que se usarmos por tempo o suficiente, nós acabaremos aprendendo a língua!


Harry deu de ombros. Ele não dava a mínima pros conhecimentos de língua estrangeira, só queria poder conversar com os bruxos daquele país sem precisar ficar gesticulando feito um surdo-mudo.



O barulho da música e o marulho das ondas foram ficando mais forte.
- De onde vem esse tumulto? – disse Harry 
- Do continente – disse Hermione se voltando para o livro – Parece que está tento uma festa lá! Estamos viajando pela costa do país a algumas horas, mas só agora estamos mesmo nos aproximando! Estou meio ansiosa!



Harry olhou pela janela. De fato, estavam mais próximos da superfície também, o que significava que deveriam estar perto de um porto seguro.



- PORTO SEGURO!



O maquinista gritou alegremente.
- Chegamos senhores! – disse Ribeiro sorrindo jovial, ao entrar no vagão – Pois é, acho que é melhor ir adiantando uma coisa ou outra! Em primeiro lugar, Poção da Sorte, Felix Felicis é proibido!



Harry quase tropeçou nas próprias vestes, e Rony roncou alto, como se o anuncio do Líder Brasileiro o tivesse engasgado.
- Como assim! – disse Hermione em Português


Ribeiro pareceu ficar feliz em ouvir sua própria língua. E respondeu para ela neste mesmo idioma.
- É uma Poção Ilícita! – ele disse – Como somos Democratas, seria muito fácil fazer um pouco dessa poção e usá-la para burlar as eleições!
- Ué! – disse Hermione – Mas existem meios de verificar se o candidato tomou, que nem nos campeonatos de Quadribol...
- Também existem meios de burlar os meios de verificar!
- Mas devem existir meios de evitar que os meios de verificar sejam burlados!
- Desculpe, mas não concordo! – disse Ribeiro
- Por que? – disse Hermione em seu jeito meio cheio de si
- Por que não entendi nada do que você disse! – disse Ribeiro sempre de bom humor – Enfim, além disso, essa poção em grandes quantidades causa envenenamento, e vai saber por que brasileiro sempre pensa que a sorte é curta demais.


Harry engoliu em seco. Sentiu o os trilhos do trem se elevando, estavam chegando à Estação. A música agora estava mais alta.
- Que barulho é esse? – disse Rony acordando
- É música! – disse Gina também se levantando



Harry sorriu para a garota.
- Dormiu bem Gina? – disse ele
Gina olhou para ele, e não respondeu nada. Ele se sentiu engolindo em seco mais uma vez.



O trem finalmente parou, e Harry, Rony, Gina e Hermione, desembarcaram do trem para a terra. Uma terra do outro lado do mar, uma terra que não lhes era conhecida. Não era nem conhecido a eles o fato, de que estavam pisando exatamente na cidade conhecida por ser aonde os primeiros Europeus chegaram ao país verde e amarelo.



O primeiro cheiro que Harry sentiu quando subiu pelas escadas da humilde estação em que desembarcaram, e alcançou a superfície, foi o de folhas de palmeira ao sol. Depois o segundo, foi o de coco verde sendo arrebentado com uma forte pancada de um facão. À frente deles, havia o mar. Uma mar de uma cor que Harry nunca havia visto, a não ser em fotos e na TV: azul. O mar era azul, não marrom, não escuro, não barrento, era AZUL, AZUL de verdade



A rua em que estava era uma rua pavimentada com paralelepípedos. Havia uma vendedora de Água de Coco próxima a eles que lhes lançou um olhar amigável. Era uma negra baixa e com os cabelos crespos amarrados. Ela levantou o facão e apontou para a rua, como se apresentasse ele à sua terra. Ao Brasil.



Descendo a rua, até o mar, havia apenas construções baixas, de no máximo dois andares. Harry viu alguns hotéis, restaurantes (a maioria oferecendo frutos do mar), e alguns prédios que pareciam do século passado. Havia barracas, como a da Vendedora de Coco espalhados pelas calçadas vendendo as mais variadas coisas, dês de comida, até coisas fabricadas a mão. Só que o que Harry achou mais curioso, foram as árvores. De vez em quando surgiam os coqueiros, as palmeiras, ou mesmo as castanheira, espalhadas por toda a extensão da rua, e da praia no fim dela



Um vento frio soprou, como um dia nublado de outono. Harry olhou para o sol, que brilhava escondido atrás de umas poucas nuvens brancas. Era tarde, por volta das quatro horas da tarde.
- Inverno! – disse Ribeiro – Estamos no Inverno, e este ano está rigoroso



Harry olhou para ele por um segundo, sem entender nada. Sim, estava frio, mas AQUILO não era inverno. Havia até pessoas de camiseta nas ruas. E foi quando Harry começou a reparar nas pessoas. A pele mais escura e os rostos com sardas das pessoas. Os homens altos e fortes, e as mulheres... bem...


- CARACA! – disse Rony observando uma daquelas mulheres.
Uma delas passou, sacudindo os cabelos castanhos. Os corpos gingando enquanto andavam, aparentemente acompanhando a música forte que era tocada de algum lugar.


Hermione puxou Rony escadaria abaixo, a pretexto de usar o Feitiço da Linguagem nele. Gina parou ao lado de Harry, lhe lançou um olhar tão irritado, que fez com que ele baixasse a cabeça.



- É hora de aprender o a Regra Número 1 de todo homem brasileiro! – disse Ribeiro – “Olhar não rança pedaço”!



Harry riu, mas Gina manteve seu olhar irritado.



Ribeiro encabeçou a marcha pela cidade.
- Bem vindos a Porto Seguro! Bahia! – disse ele
- Pensei que tínhamos vindo pro Brasil – disse Rony
- Não seja bobo Rony! – disse Hermione – Bahia é só um dos estados Brasileiros!



Antes de prosseguir, Ribeiro se virou, e acenou para a Mulher dos Cocos. A mulher acenou para ele com o facão, e lhe ofereceu um coco.
- Hum! – disse Ribeiro – Ok! Manda aí!



Ela sorriu um sorriso branco, e então cortou o alto do coco, enfiou na fenda um canudo, e olhando de um lado para o outro, fez levitar até ele.



- Obrigado – disse Ribeiro apanhando o coco



Harry olhou em volta, vendo se os trouxas haviam notado, mas pareciam ocupados demais olhando as coisas no mercado, e conversando alegremente, e contando piadas. Eles falavam alto naquele país.



- Vamos embora! – disse Ribeiro – Temos muito chão pra cobrir, e nenhum tempo a perder!



Ao caminhar, Harry continuou observando os Brasileiros. Os cabelos eram castanhos quase o tempo todo, porém havia cabelos pretos e loiros no meio também. Os que não se viam em lugar nenhum eram ruivos, e Rony pareceu notar, por que todos olhavam para ele e riam um pouco.



- Espia só o cabelo do garoto! – disse uma senhora uma vez – Não parece o Curupira!



E saiu rindo com todos que a tivessem ouvido. Harry viu Rony ficar vermelho, e perguntar a Hermione o que diabos era um Curupira.


Eles continuaram andando até o fim da rua, onde a música era mais forte, e foram caminhando a beira mar. Aparentemente, havia uma espécie de show na praia. As areias eram de um amarelo forte e grosso, e a maré era calma com algas marinhas verdes flutuando sobre a água.


Não muito longe, um grupo de artistas, todos vestidos de branco tocavam estranhos instrumentos em forma de arco e flecha. Eles faziam uma roda em volta de dois outros artistas, também vestidos de branco, que pareciam estar dançando uma estranha fusão de Break com Kung Fu.



- Olha só aquilo! – disse Hermione impressionada, vendo os artistas rodopiarem no ar, e fazerem os calcanhares quase roçarem os dentes uns dos outros.
- É! – disse Ribeiro sorrindo – Vocês ainda vão ver muito disso por aqui!



Os artistas se cumprimentaram como se tivessem lutado, e não dançado, e depois deram a vez a outra dupla. Eles levavam cordas coloridas penduradas na lateral da calça. 



- O que são eles? – disse Gina, e Harry ficou feliz de ouvir a voz dela novamente
- São Capoeiristas! – respondeu Ribeiro - Grandes Lutadores daqui do Brasil! E é claro, alguns também são bruxos!



Por um momento Harry não acreditou. Era difícil imaginar um bruxo ser capaz de fazer aquelas acrobacias incríveis apenas com seus corpos. Porém, em um momento, Harry viu um deles murmurar palavras para um de seus Instrumentos quebrados, e ele se concertou sozinho.



Era incrível, mas tudo parecia forte e pesado naquele país. A Arte, a música, a areia da praia, o azul do mar, e também a comida, como mais tarde ele teria o prazer de descobrir.


Até aquele momento, Harry não tinha formado ainda uma idéia a respeito de como eram os bruxos daquele estranho país. A sensação de estranhamento do mundo comum ao redor era tanta, que quando finalmente chegou o momento, o Mundo Mágico lhe pareceu comum, e normal.


Eles pararam perante a um prédio, que parecia ter pelo menos alguns séculos de idade. Estava ligeiramente preservado, como se fosse um patrimônio histórico que alguém havia tentado restaurar muito porcamente.



- Pois é! É aqui! – disse o Sr. Ribeiro



Harry olhou dele para Rony, que lhe devolveu o olhar confuso.



- O que é aqui? – disse Harry
- O lugar onde vocês ficarão hospedados!



Ele entrou, girando a maçaneta antiga. A porta se abriu e rangeu de forma agourenta. Hermione torceu o nariz para aquilo, então sorriu.
- Entendi! – disse ela – É como o Beco Diagonal! É diferente por dentro!



Se adiantaram para dentro, e encontraram um interior tão castigado quanto o exterior.
- Certo! – disse Rony – Se isso é como o Beco Diagonal deve ter havido um terremoto na Inglaterra enquanto estivemos fora!



- Não entrem ainda! – disse o Sr Ribeiro – Preciso fazer uma coisa antes!



Ele tirou uma peça de granito do piso, e debaixo dela tirou uma caixa feita com madeira vermelha.
- Certo – disse ele – Vamos pra fora!



Ele saiu, e novamente fechou a porta do local. De dentro da caixa, ele retirou uma maçaneta de ouro, com a forma de um Jaguar rugindo.
- Preparem-se! – disse ele
Ele puxou a maçaneta de cobre que havia, e encaixou a nova no lugar. No instante em que fez isso, a porta se alterou na mesma hora. A madeira pareceu rejuvenescer, ganhar adornos, e o brilho de verniz. Para Harry, foi como se ganhasse vida.



- Uau! – disse Gina – Eles têm estilo



Quando Harry entrou pela primeira vez no Caldeirão Furado, a sensação que teve foi a de voltar no tempo, para a era das estalagens quase medievais. O que ele viu quando passou pela porta não era nada semelhante.


De certa forma, até era. O estilo também beirava o medieval, só que era bem mais iluminado. As pessoas usavam roupas simples, bermudas, e camisas de algodão, em geral brancas. Os mais velhos por outro lado usavam as roupas longas de bruxo, tão comuns na Inglaterra. 


À direita, havia uma biblioteca vasta, onde alguns desses bruxos mais velhos analisavam os livros. Os mais jovens estavam à esquerda, onde havia uma cafeteria. As xícaras pareciam se servir sozinhas, e volta e meia, algumas delas atravessavam voando o Saguão para aterrissar numa das mesas da biblioteca, em frente a um bruxo com a mão levantada.



No centro, havia uma porta, e um balcão. Ali era a recepção. O bruxo atrás da bancada olhou para os recém chegados, e um olhar de surpresa o iluminou.
- Inacreditável! Olhem só quem está aqui!



Todos ao redor pararam os afazeres para olhá-los entrar. Harry havia se acostumado a causar aquele tipo de impressão nas pessoas, mas sempre se sentia meio esquisito quando aquilo acontecia. Em geral, dês de que derrotara Voldemort, as pessoas tinham uma reação ainda maior.



Um bruxo, que estava sentado na cadeira mais próxima, se levantou com as mãos estendidas. Por um momento, Harry levantou a mão para complementá-lo, porém, ele passou direto, e apertou a mão do Sr. Ribeiro.



- Seja bem vindo Sr. Presidente da Magia! É uma honra falar com o senhor!
- Que isso! – disse Ribeiro – Todo mundo é filho de Deus!



Os demais bruxos se levantaram para cumprimentar o Líder. 



- Devo preparar seu quarto Sr. Ribeiro? – disse o homem na recepção sorrindo
- Não Seu José! Estou apenas mostrando as redondezas para o Sr. Potter aqui!
- Quem? – disse José
- Harry Potter! – disse Ribeiro colocando a mão sobre o ombro de Harry.



- Quem é? Seu sobrinho? – disse o homem
Ribeiro riu.
- Meu sobrinho tem quinze anos José! Esse é o Harry Potter! O garoto da Inglaterra!



O sujeito pareceu precisar de alguns minutos.
- AH! Sei! – disse ele – O tal do Eleito das quantas! Que matou não sei quem, lá na Europa!


- PUAHUAHUAHUHAUHAUAH! – o riso de Rony chamou a atenção de todos os envolvidos.


Harry também havia sentido uma súbita vontade de gargalhar. Ele havia acabado de chamar de “Não sei quem” Voldemort, que até pouco tempo era chamado de “Você Sabe Quem” por todos. A sensação naquele momento foi como se estivesse em Marte.



- N...N...Não Sei Quem! – disse Rony ainda lutando contra o riso – Essa foi...Essa foi...AHUAHuahuAHUAHAUhauHAU!



Hermione apertou o braço de Rony, tentando fazê-lo parar, porém ela mesma mal se segurava. Gina parecia a única que se mantinha mais ou menos calma. Até Harry acabou gargalhando.



Para a surpresa de Harry, todos no recinto começaram a rir também.
- Sério! – disse José – Qual foi a graça?
- Depois eu explico! – falou Ribeiro – Vamos embora! Reservem dois quartos para o Sr. Potter e seus companheiros de viajem! Vou levá-los para comer alguma coisa!



- Fala sério Sr. Ribeiro! – disse um cara levantando a xícara de café – Tá acompanhando turistas por quê? Senta aí, e paga uma rodada de Geladas pra gente!



Ribeiro riu.
- Estou trabalhando aqui camarada! Não estou de férias! Nem eu nem o Sr. Potter aqui!



O homem golpeou o ar com a mão como se achasse a própria menção de trabalho um palavrão. Harry riu disso. Depois disso, eles atravessaram o saguão, e passaram por uma porta nos fundos.


Quando ele abriu a porta, Harry estancou. Ali atrás era um restaurante aberto, com uma piscina no fundo. Porém nem de longe isso o impressionou. O que o impressionou estava além disso:


O hotel se estendia para o que parecia ser uma plataforma suspensa. E a vista, era para uma Hogsmeade com o dobro do tamanho. Harry atravessou o restaurante, e correu pela borda da piscina, e se debruçou no parapeito.



Lá embaixo. A cidade era colonial com lampiões à óleo. Harry reconheceu-a como cidade bruxa, por causa dos anúncios das lojas. Eles se mexiam. As fotos, as imagens, as placas. E era possível ver vários pássaros coloridos carregando cartas de um lado para ao outro. 



As pessoas que andavam pelas ruas também não eram comuns. Muitos usavam penas nos cabelos, ou pendurados pelos pescoços. Havia também mulheres vestidas de branco com turbantes nas cabeças, fazendo pedras flutuarem.
- Olha só isso! – disse Rony – Eu... Eu nunca tinha visto uma comunidade bruxa tão grande!
- O Brasil é um país grande! – falou o Sr. Ribeiro – Temos muitas comunidades bruxas escondidas! Achá-las é simples, então se lembre, basta achar uma Livraria, ou Biblioteca!



As cabeças dos quatro se viraram da paisagem para o Líder Bruxo.
- O que? – disse ele
- Por que diabos uma Livraria? – disse Rony
- Acredite, não há jeito melhor de se esconder uma entrada, do que numa Livraria! – disse o Sr. Ribeiro – A maior parte das pessoas que sabem ler são bruxos!



Harry se virou de novo para a Comunidade. Havia vassouras voando na altura dos prédios, e os bruxos andavam no meio da rua com animais que ele nunca havia visto.
- Não sabia que era possível esconder tanta gente!
- Vai ficar besta então quando ver as Comunidades Americanas! – disse Ribeiro – Elas são ainda maiores que as nossas!



Ele se espreguiçou.
- Vamos comer alguma coisa! Preciso explicar pra vocês algumas coisas, antes de ir embora! Depois disso, estarão por sua própria conta e risco!
Harry assentiu. 



Os cinco voltaram para o restaurante.
Comentários
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2 comentários:

  1. Harry Potter; Não sou muito afim dele !!! sahusahsua
    sei la nao gosto da estória dele

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  2. Nossa Mar, eu amo o Harry e as aventuras dele, na verdade amo esse tipo de livro, leio num piscar de olhos literalmente... kkkk

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