11 de mar de 2012


[Resenha] Férias! – Marian Keyes

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Ficha técnica

Título: Férias
Título Original: Rachel’s Holiday
Autor: Marian Keyes
ISBN: 978-85-7799-260-7
Páginas: 544
Ano: 2011 (7ª edição)
Tradutor: Heloísa Maria Leal
Editora: BestBolso

Sinopse

Rachel Walsh tem 27 anos e a grande mágoa de calçar 40. Ela namora Luke Costello, um homem que usa calças de couro justas. E é amiga - pode-se mesmo dizer muy amiga - de drogas. Até que a sua vida vai para o Claustro - a versão irlandesa da Clínica Betty Ford. Ela fica uma fera. Afinal, não é magra o bastante para ser uma toxicômana, certo? Mas, olhando para o lado positivo das coisas, esses centros de reabilitação são cheios de banheiras de hidromassagem, academia e artistas semifissurados (ao menos ela assim ouviu dizer). De mais a mais, bem que já está mesmo na hora de tirar umas feriazinhas. Rachel encontra mais homens de meia-idade usando suéteres marrons e sessões de terapia em grupo do que poderia supor a sua vã filosofia. E o pior é que parecem esperar que ela entre no esquema! Mas quem quer abrir as janelas da alma, quando a vista está longe de ser espetacular? Cheia de dor-de-cotovelo (o nome do cotovelo é Luke), ela busca salvação em Chris, um Homem com um Passado. Um homem que pode dar mais trabalho do que vale... Rachel é levada da dependência química para o terreno desconhecido da maturidade, passando por uma ou duas histórias de amor, neste romance que é, a um tempo, comovente, forte e muito, muito engraçado.

Resenha

Foi bom ser levada de volta à vida da família Walsh. Na verdade não tinha me ligado nisso quando comprei o livro há quase um ano atrás.

Rachel é uma das filhas da família Walsh, irlandesa, complexada com sua altura e seus pés tamanho 40 e uma toxicômana, embora ela não acredite nisso. Ela mora em Nova Iorque, onde divide um apartamento com sua melhor amiga desde a infância, a também irlandesa Brigit. Namora o lindo e tudo de bom, Luke Costello, irlandês, remanescente do estilo dos anos 70. Mas, droga-se dia sim e dia também e quando falo em drogar-se, falo em qualquer tipo de substância.

Depois de sofrer uma overdose e quase morrer, sua família à leva de volta à Irlanda pra interná-la num centro de recuperação, o Claustro, que segundo as revistas de fofoca é um mosteiro reformado para onde os famosos iam para se recuperar de seus vícios.

Embora não acreditasse ser uma toxicômana, pareceu bem interessante no momento a ida ao Claustro.
Que mal poderia fazer, agora que eu não tinha um emprego e um namorado para me segurar? Perder um emprego era uma coisa, porque eu sempre poderia conseguir outro. Mas perder um namorado… bem…
Pág. 20
De acordo com o contrato assinado no dia em que entrou no Claustro Rachel deveria permanecer na clínica por no mínimo 3 semanas e o contrato total seria de 2 meses, o que para ela seria ótimo, pois como não era uma toxicômana iria aproveitar ao máximo a academia, a hidromassagem e todas as outras mordomias que sabia que existiam nesse tipo de spa/centro de recuperação à que os artistas iam.
Eu estava num centro de reabilitação que não passava de uma pardieiro sujo e caqueirado, cheio de alcoólatras e toxicômanos feios, gordos e broncos. Não havia mais o esplendor da celebridade, o brilho da academia para me distrair do que o Claustro realmente era.
Pág. 174
Para Rachel era um tormento viver no meio de “loucos” como ela mesmo pensava, não se encaixando no seu mundo pois não admitia seu vício. Em meio à isso tudo vamos conhecendo um pouco do passado de Rachel em Nova Iorque e vendo como as drogas vão se apoderando de sua vida social e de como vai destruindo seu trabalho e tudo mais.

Enfim, depois do período em que ficou no Claustro Rachel se vê diante do mundo exterior para encarar seus vício e reerguer sua vida.
- Há um monte de nós, toxicômanos em recuperação, com carreiras extremamente bem-sucedidas – disse ela. – Quando você estiver um pouco melhor, provavelmente vai ter uma, também.
Achei difícil de acreditar nisso.
Pág. 497

Eu adorei a história, mas alguns erros de diagramação foram cruéis, mesmo, falta de hifens na separação das palavras, falta de acentuação em outras. Coisas que para mim são tristes…

3 Claves
Bjus lindos e até a próxima!!!!
Comentários
6
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6 comentários:

  1. Legal, tenho vontade de ler os livros da autora, mas esse não é o que mais me interessa, embora acho que a história possar vir a ser boa. Que pena que há muitos erros no livro, isso é realmente muito chato ;x

    Beijão;*
    Naty.

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  2. Olá!
    Primeira visita aqui. Seguindo.
    Seu blog é um luxo! Parabéns...
    Gostei muito da resenha. Ainda não li. tenho vontade de ler melancia, que é da mesma Autora.
    Abraços...

    http://pollymomentos.blogspot.com/

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  3. Oi Lay ;D

    Poxa.. odeio erros em livros, a gente paga caro por eles e ainda tem essas coisas chatas que estragam a leitura.. de todo modo, é um livro que tnho curiosidade em ler :)

    Flor, te indiquei pra um meme, passa lá no blog pra ver, tá?
    http://rapha-doceencanto.blogspot.com/2012/03/meme-tag-11-perguntas.html

    Beeeijocas

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  4. Pois é Rapha, nossa realmente odeio quando isso acontece...

    Obrigada pela indicação ao meme, vou passar lá para olhar linda..

    Bjinhussssss

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  5. Nossa,gosto dos livros da Marian Keyes, adorei Melancia,a história é boa,Rachel é uma personagem muito mais agradável que Claire, que por acaso é sua irmã. O livro mostra a evolução de uma personagem que usava as drogas para se esconder de si mesma, pois não acreditava em seu potencial.

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  6. Já li 3 livros desta autora, e o único que eu gostei foi Férias.
    Melancia achei sem graça, Sushi ainda mais chatinho... Tanto que vendi esses dois.

    Gostei muito dos personagens 'malucos', das dificuldades deles..

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