[Resenha] O Mágico de OZ - L. Frank Baum


Ficha Técnica

Título: O Mágico de OZ
Título Original: The Wonderful Wizard of OZ
Autor: L. Frank Baum
ISBN: 978-85-8044-035-5
Páginas: 189
Ano: 2011
Tradutor: Santiago Nazarian
Ilustração: Alvim
Editora: LeYa (Selo Barba Negra)


O Mágico de OzQuem nunca ouviu falar da menina Dorothy e seus inusitados companheiros de jornada – um espantalho, um homem de lata, um leão, um cãozinho –, que atire o primeiro tijolo amarelo! O Mágico de Oz nasceu como um bestseller, primeiro conto de fadas americano, marcando para sempre o american way de contar histórias. Não é à toa que sua adaptação para o cinema tornou-se um dos filmes mais vistos de todos os tempos, cujas referências se enraizaram no imaginário ocidental. A Editora Barba Negra traz para você uma nova tradução, assinada por Santiago Nazarian e ilustrações de Alvim. O Mágico de OZ vem acompanhado de um capítulo online, o Web Pop Book, contando a história do livro e muitas curiosidades.



Resenha

"O Mágico de Oz" é um clássico conhecido por todos os seres do planeta Terra. Provavelmente você já viu uma peça, um filme, uma série de TV, um livro ou até mesmo um clipe baseado na obra literária de L. Frank Baum. Porém, não conheço muitos que tenham lido a obra mãe que aqui será resenhada (outros 13 livros compõem a série de livros sobre a Terra de Oz, lançados entre 1900 e 1920). No próximo mês de Maio, o mundo mágico de Dorothy e seus amigos completará 113 anos de publicação, e se mostrando mais forte e eterno do que nunca, a Disney acaba de fazer uma pré-sequência da história, narrando a vida do mais Grande e Terrível mágico que as páginas dos livros - e nossas imaginações - já ousaram conhecer.

A história de "O Mágico de Oz" surgiu como uma forma de renovar os contos de fadas, fugindo das já então "velhas" fábulas dos irmãos Grimm. Baum quis modernizar a fantasia, buscando a diversão e simplicidade através de histórias maravilhosas que dispensassem o "derramamento de sangue criado por seus autores para demonstrar uma terrível moral em cada história". E então assim nasceu Dorothy, uma menina que morava no Kansas com seu Tio Henry e a sua Tia Em. Ela não tinha muito que fazer em meio ao nada, tendo como melhor companhia Totó, seu cachorrinho de estimação. Até que belo dia um ciclone arrasta sua casa pelos ares e sua jornada começa.
Os ventos do norte e do sul se encontraram onde a casa estava, e ela se tornou o centro exato do ciclone. No meio do ciclone, o ar geralmente fica parado, mas a grande pressão do vento de cada lado da casa a erguia cada vez mais alto, até chegar bem no topo do ciclone.
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Na Terra de Oz, Dorothy aterriza nas dependências dos Munchkins, pessoas residentes da terra do Leste, e descobre que acidentalmente matou a Bruxa Má do Leste. De repente a Bruxa Boa do Norte aparece e parabeniza Dorothy por ela ter libertado os Munchkins das mãos da Bruxa Má, dando lhe de presente um par de sapatos prateados que antes era de posse da malvada bruxa. Porém ao questionar como poderia retornar ao Kansas, Dorothy descobre que a única maneira é seguir a estrada de tijolos amarelos em direção à Cidade das Esmeraldas, na esperança do mágico Oz realizar seu singelo pedido.

No caminho até a Cidade das Esmeraldas, Dorothy faz novas amizades: o Espantalho que sonha em ter um cérebro, o Homem de Lata que deseja um coração e o Leão Covarde que aspira por coragem. Juntos eles vivem grandes aventuras, se metem em confusão, compartilham da vontade de ter seus pedidos realizados e juntos mostram que apesar de cada um não ser completo em seu próprio ponto de vista, como um todo, eles são imbatíveis.
Em pouco tempo Dorothy estava seguindo rapidamente em direção à Cidade das Esmeraldas, com seus sapatos prateados estalando animadamente na dura estrada amarela. O sol brilhava forte e os pássaros cantavam docemente, e Dorothy não se sentia tão mal quanto você poderia pensar que uma garotinha que foi arrancada de uma hora para outra de seu próprio país e jogada no meio de uma terra estranha se sentiria.
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No resto do livro então veremos o percursso de Dorothy e seus amigos em busca de seus desejos, enquanto vários problemas irão aparecendo, na tentativa de impossibilitá-los de tal conquista. Para quem viu o clássico cinematográfico de 1939 (Warner Bros.), irá perceber que existem alguns detalhes diferentes, como a cor dos sapatinhos, mas nada que afete a essência da história. Na verdade, o livro possúi passagens que o filme não aborda, como a origem do Homem de Lata e dos Macacos Voadores.

Para quem gostou dessa capa do livro em questão, terá que correr logo para adiquirí-la, pois o selo Barba Negra em parceria à Editora Leya fechou. Porém, a editora Zahar acabou de lançar uma edição também belíssima do livro em capa dura, no estilo de “Alice no País das Maravilhas” e “Contos de Fadas”, publicados também pela Zahar.
E Dorothy contou-lhe sobre o Kansas, como tudo lá era cinza, e como o furacão a carregara para essa estranha Terra de Oz. [...] – Não importa o quão sombrio e cinza seja sua casa, nós, pessoas de carne e osso, preferimos viver lá a viver em qualquer país, por mais lindo que seja. Não há lugar como o nosso lar.
Pág. 36

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Tácio

13 comentários:

  1. Bem legal a capa!!
    Apesar de O Mágico de Oz ser um clássico, eu nunca me interessei muito por ele. Já li, mas o livro não conseguiu me conquistar.

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  2. Eu nunca tive paciência nem para ver o desenho de Oz, não sei explica o porque.
    Tenho esperanças de parar quieta para ver Oz Mágico e Poderoso ainda, pois parece que vou gostar.

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  3. Eu li o livro esse ano pelo filme Oz mágico e poderoso e gostei muito. Também fiquei tentando lembrar das diferença com filme de 39, mas como faz anos que assisti não recordo muita coisa.

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  4. Tive que ler esse livro em inglês na faculdade!
    Adorei!
    Beijos
    Rizia - Livroterapias
    http://livroterapias.blogspot.com.br/

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  5. Eu confesso que só assisti mesmo às adaptações de O Mágico de Oz, e nunca li o livro. Não por falta de vontade, mas de oportunidade mesmo, já que nunca achei o livro pra comprar, e nunca me lembro de procurar hehe
    O que mais me encanta na história é que ela consegue ser tão extremamente adulta sem perder o encanto infantil. Ela traz uma série de questões de crescimento e de relações humanas encobertas por uma atmosfera mágica e pelo famoso senso de moral hehe. No livro, imagino isso deve ser ainda mais claro e bacana =] Um dia lerei pra comprovar.
    Beijão

    http://nossosromancesadolescentes.blogspot.com.br/

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  6. Oi,Tácio e Lay,amei o post,maravilhoso!
    Realmente "O Mágico de Oz" é um clássico,vai desde livros, passando por musicais, até chegar nos filmes.
    Agora, com o lançamento do filme Oz, Mágico e Poderoso,trouxe essa magia que estava adormecida.
    Com certeza muitos vão ler por causa do filme,mas milhares já conheciam a história de Dorothy e Totó, A Terra de Oz,a frase:"Não há lugar como o nosso lar",A música Somewhere Over the Rainbow,Cidade das Esmeraldas, Dorothy e seus amigos: o Espantalho,o Homem de Lata, e o Leão Covarde,os sapatos vermelhos...

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  7. Não li esse livro mas desejo muito, O mágico de Oz, fez parte da minha infância e até hoje sou apaixonada por seus personagens.
    Não sabia que a parceria tinha fechado, vou correr pra ver se consigo meu exemplar com essa capa.

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  8. Eu conheço a existência da história, mas não muito da história em si. A resenha me deixou mais a par do assunto e tenho certeza que vou adorar, mas confesso que quero mais é ver o filme.

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  9. Faz um bom tempo que não vejo nada sobre o O Mágico de Oz, conheço a história, sempre gostei dos personagens mais tenho muita vontade de assistir o filme de 198Efim... Com a Diana Ross e o Michael Jackson, por ser uma adapção clássica.

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  10. faz um bom tempo que nao veja nada sobre esse filme que gosto tanto

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  11. este livro é um maximo adorei estou chapada pensei que era chato mas estava enganada disso adorei mesmo este foi o melhor livro que li na minha vida e o filme é melhor a inda

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  12. mari eduarada 12 de julho de 2013

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  13. Já li o clássico,e recomendo pois é um livro magnifíco e conforme a pessoa vai lendo vai se envolvendo com a história.

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Bjus

 
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