06 janeiro, 2021


[Resenha] Simplesmente Nova York - Sarah Morgan


Ficha Técnica 

Título: Simplesmente Nova York
Título Original: New York, Actually
Autor: Sarah Morgan
ISBN: 978-65-5099-062-6
Páginas: 368
Ano: 2020
Tradutor: William Zeytoulian
Editora: Harlequin
Às vezes, a melhor maneira de encontrar o amor é parando de procurá-lo.
Molly (ou Aggie, nas redes sociais) é a colunista de relacionamentos mais famosa de Nova Iorque, e seu livro sobre como encontrar a pessoa certa vendeu milhões de exemplares. Pena que ela não consegue seguir os próprios ensinamentos. Depois de um término traumático que a levou de Londres para Nova Iorque, Molly decide que relacionamentos não são para ela, e que o único amor de sua vida vai ser seu dálmata, Valentine.
Daniel (ou Rottweiler, para os inimigos) é o advogado especialista em divórcios mais famoso de Nova Iorque, e sabe que sentimentos são a pior coisa que alguém pode trazer para um relacionamento. Um pouco de diversão, porém, não machuca ninguém, e é por isso que ele não vê nada de mais em pegar um cachorro emprestado para conhecer a linda mulher que cruza seu caminho toda manhã no Central Park.
Molly e Daniel acham que sabem tudo sobre relacionamentos. No entanto, à medida que a química poderosa entre eles os aproxima, começam a descobrir que ainda há muito o que aprender sobre o amor…

Resenha


Ai, gente, amo um chick-lit, não me canso de lê-los e a Sarah Morgan foi uma ótima descoberta para mim. Depois de ter lido os três primeiros livros da série Para Nova York, com amor, que nos trouxe as histórias das três amigas e fundadoras da Gênio Urbano — Paige, Frankie e Eva —, chegou  hora de conhecer Daniel, amigo do irmão da Paige e irmão das gêmeas, Fliss e Harriet, da Guardiões do Latido. 

Daniel Knight é um grande advogado em Nova Iorque (ah, não estranhem, sei que a série usa York com Y, mas eu sou adepta do Iorque mesmo, bem brasileiro), especializado em divórcios e também conhecido por ser um grande partido, ainda que o considerem sem coração. Ele não se preocupa com essa reputação, seu objetivo é apenas se divertir com as mulheres, garantir que suas irmãs estejam bem e ganhar as causas que defende. Trabalhando cem horas por semana (gente, eu trabalho quarenta e quatro e estou morrendo!), é evidente que ele tem pouquíssimo tempo para si e para qualquer tipo de relacionamento, mas ele não abre mão de sua corrida matinal diária no Central Park. É lá que ele vê uma mulher linda correr diariamente com um dálmata, em um mundo particular. Como ela não parece ter olhos para mais nada além de seu cão, Daniel tem uma brilhante ideia (na concepção dele, é claro!): pegar um cachorro com as irmãs e levá-lo para correr com ele, assim, ela com certeza o notará. Mas isso demorou mais do que o único passeio que ele acreditou que seria necessário. 

Molly Parker é doutora em psicologia comportamental especializada em relacionamentos. Há três anos ela foi obrigada a deixar Londres e optou por morar em Nova Iorque (que complicado, hein?! Hahaha) e, desde então, não usa mais o seu primeiro nome, Kathleen. Isso porque, depois de partir o coração de seu último namorado, ela foi vítima das mídias sociais que rapidamente a julgaram uma fraude: como uma psicóloga especialista em relacionamentos nunca teve um relacionamento?
— Durante toda a minha vida, senti que eu não era suficiente. Cresci achando isso. Achando que, independente do que eu era, não era o suficiente para impedir que minha mãe fosse embora. Depois, minha vida profissional ruiu, porque também não fui suficiente. Vivo com o medo de que as pessoas me julguem e não me achem o bastante. Tudo que tenho aqui… Meu trabalho, minhas amizades… Tudo parece tão frágil.
Posição 95% 
Depois de um tempo morando em Nova Iorque Molly decidiu começar um blog, o Pergunte a ela, que logo ganhou notoriedade com seus conselhos sob o pseudônimo Aggie. Foi assim que foi convidada a escrever um livro — Parceiro para a vida: ferramentas para encontrar o companheiro perfeito —, o que também fez com o pseudônimo. Seu objetivo era ficar invisível e por isso seu contrato era claro em nem revelar sua verdadeira identidade, sem foto na orelha do livro, sem turnê de lançamento e divulgação. Assim Molly passa seus dias em casa, respondendo as milhares de perguntas do blog, correndo no Central Park com Valentine, seu cachorro, e fazendo várias aulas à noite para ocupar seu tempo: salsa, culinária, spinning e o que mais aparecesse.

Como tem certeza de que não consegue se apaixonar (sim, ela já tentou muito), está decidida a não magoar mais ninguém. Logo, deve evitar encontros a qualquer custo. Ela só não sabia que no caminho de sua meta estava Daniel, que, quando coloca algo na cabeça, não desiste facilmente. Bemm, mas se dizem que Daniel não tem coração, não há o que Molly temer, concordam?
— Nunca me apaixonei na vida. Não consigo me apaixonar. — E isso a assustava. Isso a assutava muito. Qual era o problema dela? Não fazia ideia. Só sabia que algo importante faltava. — As outras pessoas se apaixonam várias vezes na vida e eu não consigo nem uma vez seque, por mais que tente.
Posição 49%
Quando se permitem curtir um ao outro, Molly e Daniel descobrem uma parceria única com a certeza de que amor não entrará na equação. Além disso, eles passam a conhecer mais sobre o passado do outro o que, consequentemente, os leva a entender quem o outro é no presente. 

Amei rever Eva e Lucas, que é vizinho de Daniel, amei ver a relação de amizade entre Molly, Mark e Gabe, a relação de amizade entre Daniel, Fliss e Harry e como todos se entrelaçaram por causa da relação de Molly e Daniel. Me encantei com o envolvimento de Daniel e Brutus, chorei com Molly e Valentine (me lembrou algo que vivi), com algumas revelações de Molly e de Harry (muito eu, doeu profundamente) e fiquei imensamente feliz com o crescimento de Daniel e Molly. Ou seja, como não amar um chick-lit, não é mesmo?
— Eu não quero ser solteira — disse Harriet. — Quero amar e ser amada por alguém. Só não sei muit bem como fazer isso acontecer.
Posição 4%

P.S.: Se quiser adicionar esse livro na sua lista de leitura do Skoob basta clicar na capa que você será redirecionado para a página do livro no Skoob. 😉 
Comentários
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6 comentários:

  1. Eu também amo um chick-lit e acredito que nesse ano, vamos precisar e muito de leituras mais leves(ainda)
    Eu namoro esse e os livros anteriores já tem um tempinho e não vejo a hora de me jogar nessas delícias de romances!!!
    Beijo

    Angela Cunha Gabriel/Rubro Rosa/O Vazio na Flor

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    1. Verdade, Angela, também acho que ainda precisaremos neste ano, e esses livros são ótimos para nos ajudar a relaxar ;)
      Se joga!

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  2. Tem de ler em alguma ordem esses de Nova York?

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    1. Amiga, é melhor ler essa série na ordem certa, porque como as protagonistas são amigas, as histórias se entrelaçam e pode pegar spoilers se começar pelos últimos ;)

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  3. Oi!
    Eu amo esse tipo de livro também. Na verdade, o tipo de história. É uma necessidade para mim. Preciso ler, assistir, não importa kkk desde que eu veja a coisa acontecer haha
    Beijos

    Quanto Mais Livros Melhor

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    1. Para mim também, Priscila, amooooo e sempre estou com algum por perto ou assintindo algo no gênero hahaha
      Beijos

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